Minha historia eh a seguinte, a 496 anos atras, eu nasci na terra recem descoberta, ainda colônia de portugal, era filho de um nobre português, q decidiu vir ao brasil e trouxe a amante consigo para q me parisse... então ele deixou minha mãe aki, e voltou para sua vida nojenta como nobre em seu pais. E assim aconteceu, em uma terra onde não havia nada civilizado, eu nasci e vi minha mãe morrer, eu devia ter uns 7 anos, ela morreu de uma doença q até hoje não sei qual era, na verdad nem me importo saber, pois a morte eh o destino de cada um de vocês seres mortais, e com ela naum era diferente... a principio foi mto triste, mas me acostumei rapido com a ideia de não ter pai nem mãe, até por que eu nem conhecia outras crianças para me espelhar, meus amigos eram alguns indios, filhos das indias q ajudaram a me sustentar por uns 6 anos ou 7 anos, nem me lembro mais... e como vocês sabem a estrutura familiar de algumas tribos me fazia parecer normal, e não um orfão...
Mas diante os poucos portugueses que haviam aqui, eu era uma das raras crianças brancas nessa terra de Deus, e por isso todos conheciam minha historia, todos sabiam q eu era filho bastardo de um maldito nobre que trouxe minha mãe para morrer comigo nessa terra desconhecida. Essa historia começou a me atormentar e a medida q eu passei a visitar os vilarejos de portugueses atrás de comida, eu sentia na minha alma a pena q sentiam de mim... isso me enoja... então eu decidi ir para portugal, tinha em mente matar akele q me fazia parecer tão fragil, akele que de fato era meu pai, não por escolha minha, mas por escolha de uma rede de fatos entrelaçados conhecida como Destino.
Eu na minha ansia adolescente, entrei em um navio que atravessaria o oceano, esse navio levaria um carregamento de Pau brasil para a Europa, Eu finalmente encontraria meu pai, pelo menos, era isso q eu imaginava, mas o que eu naum sabia eh q esse navio naum iria para portugal, ele iria direto para a frança levar a mercadoria que jah estava atrasada, não havia tempo de passar por portugal. e assim foi. o navio desembarcou com destino a frança. Foram os piores momentos de minha vida...passei fome por dois dias, até q um homem chamado Miguel me encontrou, eh um homem que eu nunca esquecerei, pq ele fez meus dias se tornarem menos dolorosos naquela viagem, me trazendo comida sempre q podia, e me contando historias de herois navegarores. Se eu fosse descoberto por mais alguém nakela embarcação com certeza eles me jogariam ao mar, não podiam sustentar mais uma boca em tão longe viagem... msm q essa fosse a boca de uma criança de mais ou menos uns 15 ou 16 anos, naquela epoca como eu naum me importava com datas, e naum comemorava aniversario, minha real idade nem eu sabia... eu mal imaginava em que ano estava... sabia apenas que havia nascido no dia 31/05/1508, enquanto a viagem não acabava eu me divertia com alguns ratos e com meu novo amigo miguel. quando o barco atracou no porto, eu desci, estava fraco, me sentia incapaz de correr ou pular, então resolvi procurar um lugar pra descansar, ja q naum conseguiria matar meu pai fraco daquele jeito...quando sai pisei em terra firme e olhei para o porto senti medo, era tão grande, tão bonito, com tantos navios ali atracados. então eu sai andando sorrateiramente, não porque qria passar despercibido, mas porque sentia sem forças para andar como uma pessoa normal... andando pela cidade, pedi abrigo, e me negaram umas 300 vezes ahuahuahuahauha, eles não eram tao receptivos como os indios... na verdade acho q estavam com medo q eu tivesse alguma doença contagiosa ou algo parecido, passei o dia inteiro procurando abrigo...jah naum guentava mais, meu corpo inteiro doia, e eu naum conseguia parar de me arrepender por ter saido de onde vivia... sobrevivia mal mas estava vivo ateh hoje.... e agora... a unica coisa q eu enxergava era a morte se aproximando... jah estava anoitecendo e eles ligaram umas luzes q pra mim era fantastico... na verdade tudo ali era fantastico mas eu naum possuia forças para admirar... deitei ali msm, para esperar a morte... meu corpo dolorido não permitia q eu continuasse andando, e ali msm eu adormeci, acordei algumas vezes com cachorros me cheirando e com chutes leves de pessoas q verificavam se eu ainda estava vivo. Mas meu cansaço estava tão grande q logo eu entrei em sono profundo, e creio q nem se me chutassem com força eu acordaria, podia facilmente ser dado como morto, por alguém q naum teria qualificação para dizer.
Quando acordei estava deitado em uma cama confortável, em um quarto muito escuro, uma mesa cheia de comidas estava na minha frente. Minha fome era enorme, mas eu sentia medo de comer akela comida... talvez por que o meu próprio organismo estava desacostumado a ver tanta comida junta... mas eu naum resisti a beleza da comida. E tentei comer a principio, a comida me machucava, eu sentia ela caindo em meu estomago, e aquilo me trazia uma vontade imensa de vomitar, mas devagar fui comendo até me dar por satisfeito, quando terminei de comer, e já não estava com tanto sono, me dei conta que estava em um casa, uma mansão totalmente desconhecida... então fui procurar quem havia de fato cuidado de mim... a casa era muito escura, iluminada apenas por algumas velas, imaginava q já estava de dia, e não entendia manter as velas acesas e as janelas fechadas. Me dirigi então para uma janela com a finalidade de abri-la, mas com a entrada dos primeiros raios solares uma voz chegou aos meus ouvidos de uma forma medonha, era uma voz rigida e baixa, mas q parecia q podia ser ouvida a vários kilometros dali... ela me pedia q deixasse a casa como estava, e que em nada tocasse, deveria permanecer em meu quarto de lá sair somente quando ele permitisse, eu me virei para ver o rosto daquele q me falava com tanta educação. Mas não havia ninguém lá nem em lugar nenhum q eu pudesse ver. Mesmo curioso voltei ao meu quarto e lá fiquei tendo vários pensamentos, imaginava como eu mataria meu pai e como eu o encontraria...
Dormi mais uma vez e acordei com a luz do luar q entrava pela minha janela, era lua cheia, e era parecia tão grande como nunca vi em minha vida. Me sentei com preguiça e me assustei com a figura q se encontrava diante a minha porta fechada. Seus olhos pareciam brilhar naquela penunbra onde a luz da lua naum alcançava. Ele andou em minha direção e se revelou um homem de estatura média, cabelos longos e grisalhos, um rosto q parecia naum possuir nenhuma ruga ou marca de sofrimento, sua pele possuía uma cor assustadoramente branca, naquele escuro parecia até um pouco ser cinza, um cinza claro q parecia até refletir minha curiosidade misturada ao meu medo.
Eu fiquei ali sentado o observando, e ele me perguntou o meu nome... eu sorri, há muito tempo alguém naum perguntava meu nome. Me conheciam apenas como bastardo, então eu disse: - José Rodolfo, e o seu ? - ele deu uma risada confortante como se ele sentisse a mesma coisa q eu, q há muito naum perguntavam o seu nome.
Seu nome era Guilherme, e ele me explicou q eu dormi quase dois dias inteiros, e que me trouxe pra casa dele por que sentiu q seriamos bons amigos, disse q eu estava na França, e q ele falava em português comigo por que havia ouvido eu delirar falando nessa língua. Passamos muitas horas conversando, e eu contei minha historia pra ele, como cheguei a França e por que sai da minha terra natal. Ele me prometeu que me ajudaria mas q eu deveria esperar um tempo, eu concordei, e morei com ele durante 3 anos, quase nunca saia da casa, mas me alimentava bem e tinha ele como amigo, era uma pessoa extramemente sabia, me ensinou a ler, me ensinou a escrever, me ensinou a tocar piano, eu aprendi muito com ele, como a me comportar, e como agir, mas eu naum estava satisfeito, por que eu não havia completado meu desejo q me levou a Europa, então eu disse pra ele que se ele não fosse me ajudar agora, q ela não me ajudaria mais, pq eu partiria hoje em busca da minha vingança. Ele me proibiu, e disse q ainda naum era hora, e q eu esperasse um pouco mais, e eu esperei até o meu aniversario de 18 anos, eu não lembro muito bem o q aconteceu, mas ele me disse q me transformaria em seu filho, seu único e amado filho, e q eu seria tão forte q eu poderia matar quantos nobres eu quisesse. E assim ele o fez, me transformou em vampiro, sem pedir, sem me deixar questionar, eu senti meu sangue parar de correr em minhas veias...meu coração parou de bater e meu pulmão naum me pedia mais ar, por um momento eu vi os portões q levavam ao abismo da morte.
Eu morri e revivi de novo como um ser amaldiçoado. No inicio tudo aquilo era interessante, a vida eterna para mim parecia perfeita, a maioria das fraquezas humanas jah não dividia o meu corpo. Mas o q eu naum esperava eh q a maior maldição eh saber que você nunca vai morrer...depois de matar meus pais e viajar por todo o mundo eu percebi o quanto a vida de um vampiro eh solitária... vivi séculos sozinho(estou pulando a parte mais interessante da minha vida pra chegar aos tempos atuais logo.... to com preguiça de escrever...) voltei para o Brasil, estava com saudade dessa terra e a 3 anos atras descobri o amor da minha vida, e que ficaria comigo para sempre incondicionalmente... a informatica... e por isso estou aki ateh hoje ... programando e estudando ....

(ai bateu uma preguiça de repente ahuahauahuah flw pra vcs ...)
X.x